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Estudo mostra que obesidade abdominal aumenta risco de ictus entre mulheres
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Estudo mostra que obesidade abdominal aumenta risco de ictus entre mulheres

Pesquisadores espanhóis conseguiram associar a gordura concentrada no abdômen com o risco mais alto de sofrer derrames, entre mulheres

Na Espanha, a primeira causa de morte entre as mulheres e a segunda entre os homens é o infarto cerebral isquêmico, ou derrame. Para analisar como o índice de massa corporal e a obesidade abdominal atuam como fatores de risco, pesquisadores do Instituto Hospital do Mar de Investigações Médicas (IMIM) realizaram um estudo com 388 pacientes tratados de derrame, e 732 voluntários saudáveis como grupo de controle. Continuar lendo

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O alho negro poderia proteger e tratar doenças do coração
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O alho negro poderia ajudar a prevenir e a tratar doenças do coração

Estudo comprova em ratos que o alho negro poderia ajudar na vasodilatação, e ajudar na prevenção e no tratamento de doenças cardiovasculares

Você já provou o alho negro? Conhecido por apresentar sabores e aromas especiais, este tipo de alho é muito usado na cozinha asiática, especialmente na Coreia. Nos últimos anos, o condimento vem sendo difundido por todo o mundo e além das qualidades culinárias, este alho pode ser também um grande aliado aos pacientes que sofreram um infarto. Continuar lendo

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Pessoas ativas têm menos risco de morte súbita se sofrem infarto
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Se sofrem infarto, pessoas ativas têm menos risco de morte súbita

As pessoas que praticavam mais atividade física tiveram menores casos de morte súbita ao sofrerem infarto de miocárdio, aponta estudo

Após um ataque ao coração, a prática de exercícios físicos oferece uma chance de recuperação e prolongamento da vida. Esta é a conclusão de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Copenhague com 14.223 participantes que inicialmente não haviam sofrido um infarto ou acidente vascular cerebral (AVC). De estes, 1.664 tiveram ataque ao coração durante o estudo. Continuar lendo

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A atividade física pode desacelerar o avanço do Parkinson, aponta estudo
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Exercícios podem desacelerar o avanço do Parkinson, aponta estudo

Estudo mostra que 150 minutos de atividade física por semana pode melhorar a qualidade de vida e diminuir o ritmo de avanço da doença entre os pacientes de Parkinson

Diversos estudos comprovaram os benefícios da atividade física para prevenir doenças. Mas além de prevenir, o exercício pode ajudar a diminuir os efeitos e o avanço de algumas enfermidades. Um estudo divulgado recentemente na revista Journal of Parkinson’s Disease mostrou que o exercício regular pode ser vantajoso até para quem sofre de Parkinson num estágio avançado. Continuar lendo