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Estatística de divórcio aumenta em pessoas com mais idade
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Estatística de divórcio aumenta em pessoas com mais idade

Diferentemente da década de 90, a taxa de divórcio dobrou em pessoas com mais de 50 anos, segundo estudo americano

Um relatório publicado pelo Centro de Pesquisa Pew mostrou que nos Estados Unidos os casais com mais de 50 anos tendem a se divorciar mais, em comparação com os casais que estão entre 25 e 39 anos.

Em 1990, a taxa de divórcio entre pessoas que tinham mais de 50 anos era de 5 para cada mil. No ano 2015 dobrou, 10 para cada mil. Entre as pessoas com 65 anos ou mais, a taxa de divórcio triplicou. Continuar lendo

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Tese: Riscos Ergonômicos dos Cuidadores em Residências Assistidas para Idosos em Lima-Peru
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Tese: Riscos Ergonômicos dos Cuidadores em Residências Assistidas para Idosos em Lima-Peru

Tese relaciona as condições de trabalho e a qualidade de vida dos Cuidadores de Idosos e aconselha a criação de propostas legislativas em políticas de saúde que apoiem e beneficiem os responsáveis pelo cuidado desta população

Atualmente, no Peru, existe apenas uma universidade privada que oferece o curso de Gerontologia, por isso a tese desenvolvida pela aluna Ingrid Ojeda Spiers para obter o grau de Gerontologia Social Aplicada e Especialista na Gerontologia Social foi através da Universidad Europea del Atlántico (UNEATLANTICO), com convênio da Universidade Científica do Sul. Continuar lendo

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Cacau e frutas vermelhas ajudam à saúde dos idosos
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Cacau e frutas vermelhas ajudam à saúde dos idosos

Os alimentos são ricos em polifenóis, substâncias naturais consideradas antioxidantes, que ajudam a melhorar a memória e a saúde cardiovascular de idosos

Para muitas pessoas, chegar à terceira idade representa uma série de mudanças na saúde. Por exemplo, a deterioração da memória ou da saúde cardiovascular que podem comprometer a qualidade de vida da população com mais de 65 anos. Continuar lendo

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A atividade física pode desacelerar o avanço do Parkinson, aponta estudo
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Exercícios podem desacelerar o avanço do Parkinson, aponta estudo

Estudo mostra que 150 minutos de atividade física por semana pode melhorar a qualidade de vida e diminuir o ritmo de avanço da doença entre os pacientes de Parkinson

Diversos estudos comprovaram os benefícios da atividade física para prevenir doenças. Mas além de prevenir, o exercício pode ajudar a diminuir os efeitos e o avanço de algumas enfermidades. Um estudo divulgado recentemente na revista Journal of Parkinson’s Disease mostrou que o exercício regular pode ser vantajoso até para quem sofre de Parkinson num estágio avançado. Continuar lendo