O futuro dos BPMS

À medida que cresce o impulso das soluções de gestões dinâmicas de casos (DCM por suas siglas em inglês), reina a confusão sobre onde se encaixa no panorama das doluções BPM. É um tema que divide opiniões, sobre tudo quando um fornecedor tem tanto uma suíte tradicional BPM (BPMS) e uma linha de produtos DCM (como IBM), ou quando o fornecedor do BPMS não se moveu rapidamente para abraçar a gestão de casos (como Oracle). Se, como fornecedor, você tem uma abundância do BPMS, se não terem considerado seriamente um DCM, ou se você for um comprador do BPMS, é hora de tomar às soluções DCM a sério. Ler mais

Seis tendências que impactarão o mercado asiático

Aquela empresa que deseja ter êxito durante as próximas décadas estará obrigada a explorar com maior profundidade o mundo dos sistemas. Os gerentes de negócios seriam obrigados a caminhar da mão dadas com os gerentes de sistemas para desenhar estratégias que lhes permitam otimizar o uso da informação que flui ao interior da organização e na Internet. As redes sociais serão um campo de desenvolvimento vasto e frutífero para as empresas que soubererm aproveitar. A empresa Accenture realizou um estudo que identifica as seis principais tendências que marcarão o desenvolvimento dos negócios relacionados ao mercado asiático. A tendência indica que será cada vez mais importante a análise da informação contida na base de dados e na análise da informação que está disponível nas redes sociais e na Internet. Adicionalmente os negócios experimentarão uma mudança na forma em que provêem e consomem serviços, com um incremento significativo no uso de serviços na nuvem. Accenture identifica seis tendências que marcarão a evolução dos negócios relacionados ao mercado asiático: Ler mais

A conferência: Uma nova forma de comunicar na rede

A Internet trocou a forma em que comunicamos nossas idéias, tanto de pessoa a pessoa, como quando realizamos uma conferência. O formato trocou, a audiência também, e agora se abrem novas possibilidades para compartilhar informação, enriquecer idéias e expor novas soluções para o mundo em que vivemos. Há dez anos não poderíamos imaginar que um perito fosse capaz de dar uma conferência para milhares de pessoas em todo mundo de uma Universidade, hoje é uma prática comum estabelecer videoconferencias abertas ou privadas. Mas organizações como Ted levaram o tema das conferências à um passo à frente e estão redefinindo o formato de suas apresentações para que sejam acessíveis a todos os públicos no planeta e dessa forma gerar uma discussão global para encontrar soluções aos principais problemas que enfrentamos em todo mundo. Ler mais

Começa a fusão do mundo virtual e o real

As previsões para os próximos anos indicam que o mundo real e o virtual se fundirão e em algum ponto dos próximos 10 anos teremos máquinas que poderiam inclusive armazenar e reproduzir nossas lembranças. Além disso a interação entre o homem e a máquina seria muito mais direta , sem utilizar as mãos ou a fala, bastaria apenas o pensamento para conduzir uma máquina ou ingressar informação a um computador, graças a dispositivos como o EPOC neuroheadset. A Fusão do mundo real e virtual se iniciou na Europa e vem crescendo, a tendência é criar “entornos inteligentes” ou espaços com “inteligência ambiental”. Empresas como  a Ericsson estão desenvolvendo sensores e mecanismos para  levar aos lares e cidades aparelhos mais inteligentes. O projeto Sensei, desenvolvido pela União Européia (UE), aponta adotar  em todos os países membros a tecnologia necessária para desenhar cidades com uma menor congestão de tráfico, emissões mais baixas e brindar uma melhor assistência sanitária. A estratégia para obter cidades que juntam o real e o virtual para melhorar os serviços aos cidadãos se desenvolveu do 2009. A UE destinou um orçamento de 300 milhões de euros que serão investidos -entre o 2011 à 2013- em projetos que fomentem a integração do mundo virtual e real, somando ao investimento de 200 milhões de euros que já foram destinados à investigação de Internet de base. Este investimento tem como objetivo obter economias a médio e longo prazo. Com a implementação de sistemas eletrônicos para a gestão de tráfico se poderia obter uma redução de 20% dos congestionamentos virtuais. Supõem-se que para a Europa sairia a um custo de 135 milhões de euros ao ano, ao mesmo tempo que se obteria uma redução de 15% de emissões de gases de efeito estufa. Ler mais