Publicado em por
Como medir o impacto do Coaching?
Empresas, Direção e RH | , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Como medir o impacto do Coaching?

A importância de medir o impacto dos processos de Coaching, também chamado R.O.I (retorno sobre investimento), no mundo dos negócios, permite que as organizações reconheçam a rentabilidade e os benefícios em termos econômicos

“A necessidade de prestar contas no Coaching está aumentando. E dado que nossa profissão continua crescendo e evoluindo, os contratadores cada vez mais sofisticados selecionarão Coachs apoiando-se na eficácia e no impacto do Coaching, além de questões como a química pessoal” assegura Lisa Ann EdwardsCoach executiva e criadora da ROI Methodology TM em Coaching. Continuar lendo

Publicado em por
Habilidades diretivas para o mundo digital
Empresas, Direção e RH | , , , , , , , , , , , , ,

Habilidades diretivas para o mundo digital

A revolução tecnológica e digital deu uma reviravolta no modelo de gestão, abrindo caminho a diferentes habilidades diretivas para enfrentar o mundo moderno

Há alguns anos, ao nos referir à ‘mundo digital’, nos enfocávamos em empresas orientadas ao comércio on-line ou à administração de informação na nuvem. Atualmente, a revolução tecnológica permitiu que o ‘digital’ faça parte do nosso dia a dia. Continuar lendo

Publicado em por
Auge dos comparadores na Espanha
Tecnologias TIC | , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Auge dos comparadores na Espanha

Os comparadores são portais de busca que permitem encontrar as melhores ofertas em hospedagem, voos, restaurantes, seguros, e outros

Segundo um estudo das consultoras McKinsey e Nielsen, o interesse por comparar produtos através destas plataformas virtuais cresceu nos últimos anos. No setor de seguros, por exemplo, as consultas on-line superam a cifra de 1,9 milhões entre os usuários espanhóis. Continuar lendo

Publicado em por
Formação para o executivo de alto nível: reflexões e propostas
Empresas, Direção e RH | , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Formação para o executivo de alto nível: reflexões e propostas

Quando cursei o MBA na Universidad Nacional Autônoma do México, aos 24 anos e sendo formado na mesma Instituição em Administração, me chamaram atenção duas coisas: primeira, eu era o segundo mais jovem em uma turma na qual ingressaram 150 pessoas; e, segunda: éramos 10% ou menos dos alunos com formação em Administração de Empresas

Na convivência com meus companheiros percebia algo: a maioria deles estudava ali porque em seus empregos era preciso o MBA para receber uma ascensão ou um aumento, e isso se notava em seus desempenhos. Evidentemente, não eram os alunos que mais liam, os que mais participavam de forma fundamentada e tampouco os que entregavam os melhores projetos, e mais, muitos deles admitiam abertamente que lhes interessava o diploma e em menor medida a aprendizagem que pudessem ter no transcurso das aulas. Continuar lendo