Aquecimento e boa nutrição para treinar bem no inverno
Um dia frio, com pouco vento, nublado e no máximo garoando. Para muitos praticantes de exercícios, não há melhor cenário para correr, pedalar levantar peso e até mesmo nadar. Mas isso só vale se a pessoa estiver bem aquecida, com boa reserva de energia e bem protegida para enfrentar a baixa temperatura. Caso contrário, a atividade física se torna uma prova de resistência, que podem causar danos à saúde, conforme explicam os especialistas.


Alongamento, meditação e respiração controlada podem ajudar as pessoas que sofrem com as dores musculares e articulares que caracterizam a fibromialgia. Em estudo com 53 mulheres com fibromialgia, pesquisadores da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon, nos EUA, observaram bons resultados da participação dessas pacientes em um programa integral de ioga – incluindo 40 minutos de alongamentos leves, 25 min de meditação profunda, 10 min de exercícios de respiração, 20 min de apresentação sobre os princípios da ioga e 25 min de debate das experiências das participantes com a prática.
A falta de atividade física é uma questão de saúde pública: há mais de 15 anos o governo americano fez as primeiras recomendações sobre exercícios para prevenir doenças, mas o número de sedentários no mundo ainda é alto, segundo especialistas.
A prática de exercícios físicos é benéfica na prevenção de doenças coronarianas e contribui para a elevação do nível de colesterol bom no sangue, o HDL. Mas até pouco tempo atrás, havia dúvida sobre o que acontecia com o LDL, chamado de colesterol ruim, causador de diversos males ao ser humano.
Diversos fatores levam os adolescentes à prática de atividades físicas, mas o professor de educação física não é um deles. A conclusão é de um estudo feito por pesquisadores da Universidade do Porto, em Portugal, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro.
O risco de obesidade, de acordo com os dados, é maior entre jovens do sexo masculino com idade entre 10 e 19 anos.
O diagnóstico da asma induzida pelo exercício continua sendo um desafio a ser vencido. Isto, tanto do ponto de vista de hipótese diagnóstica clínica, quanto de investigação. Estudos mostram que 64% dos pacientes com diagnóstico estabelecido de Asma Induzida por Exercício (AIE) não tinham história sugestiva de asma, e mais ainda, tinham função normal ao repouso. Cerca de 20% das crianças que experimentam uma crise confirmada não reclamam de sintomas.
